5 de out. de 2009
O Caso Tecnol
1 de out. de 2009
Publicidade Surrealista
Podemos observar abaixo um exemplo de Surrealismo na Propaganda da Coca-cola.
30 de set. de 2009
Capitalism: A Love Story
por Nilson MottaO documentarista performático Michael Moore lançou no dia 6 de setembro deste ano no Festival de Veneza o seu novo trabalho "Capitalism: A Love Story", no qual aborda a crise financeira mundial de 2007-2009, além da transição do governo Bush para Obama e os pacotes para estimular a economia promovida pelo EUA.
Há 20 anos atrás, Moore lançava seu primeiro longa, Roger & Me, que narrava a história de sua cidade natal , Flint, que foi severamente prejudicada depois que a General Motors decidiu transferir sua fabrica de Flint para o México, o que provocou a demissão de 30 mil pessoas, tornando a cidade uma das mais violentas do país, e agora foi uma das empresas que receberam um aporte financeiro do governo americano, devido a crise.
Porém, os dois grandes trabalhos de Moore que deram projeção internacional foram, Tiros em Columbine (Bowling for Columbine), que estreou em Outubro de 2002 e ganhou o Oscar de melhor filme documentário e tratava do consumo e exploração da violência nos EUA tendo como arcabouço o massacre no Instituto Columbine, e o aclamado Fahrenheit 9/11 lançado em 2004 que apresentava as supostas causas do atentado as Torres Gêmeas, as ligações da família Bush com a do Osama Bin Laden e a invasão ao Iraque.
Vale apena conferir. Veja abaixo o trailer do filme que tem estréia nos Estado Unidos agora 2 de outubro e ainda não tem data para chegar no Brasil.
23 de set. de 2009
St. John Coltrane
Confira mais sobre o assunto em:
www.coltranechurch.org
Portal G1
Baixe suas músicas
Chicagoans for Rio 2016
22 de set. de 2009
Sem carro ou sem emprego?
por Nilson MottaEntretanto, nos últimos meses o mundo vinha sofrendo com a recessão e com uma onda de desemprego em todos os lugares, tanto nos países desenvolvidos como em desenvolvimento, a exemplo do nosso.
Um dos segmentos mais afetados com a crise economica mundial foi exatamente a indústria automobilística, milhares foram os desempregados pelo mundo, e no Brasil não foi diferente.
Onde colocar todos esses desempregados? Produzindo bicicletas.
A grande questão é: Como realizar um desenvolvimento sustentável no mundo?
Conciliar geração de emprego com preservação ambiental é o desafio do século.

20 de set. de 2009
Legalize Já!
18 de set. de 2009
Jazz
Essa foi uma grata surpresa pra mim. Notícias, rádio, novidades e possibilidades de download dos mais consagrados CDs de Jazz e Blues, no blog do Farofa Moderna (click e confira).

Imagens retiradas do blog.
Dunga, o zangado
Esse é o técnico Dunga comemorando um dos gol do Brasil na vitória sobre o Chile na Bahia.
O trabalho que o técnico da seleção brasileira vem desenvolvendo chega perto do inquestionável. Campeão dos torneios que disputou e agora classifica o Brasil com rodadas de antecedência, incrível para alguém que nunca foi treinador de nada.
Todavia, o que chama a atenção é o descontrole e a falta de educação. Na Copa de 94 ele já havia xingado boa parte dos jornalistas que estavam na sua frente, ao levantar a taça, devido as duras críticas da imprensa pelo fracasso de 1990.
Nas atuais entrevistas suas respostas são sempre carregadas de ironia, sarcasmo e raiva para com os jornalistas. Agora descarrega sua tenção na própria torcida brasileira, com novos xingamentos e um sinal um tanto "feio".
Dunga você é mais que um técnico, é um formador de opinião e comportamento. Um personagem midiático.
Tal comportamento não deve ser replicado de forma alguma e é digno de repudia pela sociedade.
8 de set. de 2009
2 de set. de 2009
No Trânsito
Acesse: www.notransito.com
Confira algumas fotos do site.


http://www.notransito.com/O MELHOR DA FOTOGRAFIA AUTOMOTIVA
1 de set. de 2009
A boa onda e o refluxo
O GLOBO
Quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
por CARLOS ALBERTO SARDENBERG
A crise está chegando aqui pelos mesmos caminhos que haviam trazido a forte expansão dos últimos anos, os caminhos da globalização. O mundo cresceu, o Brasil pegou a onda. Agora, o mundo está ou em recessão (os ricos) ou em desaceleração (os emergentes) É o refluxo, que puxa todos para águas perigosas.
A economia mundial já estava em crescimento nos anos 90, mas com diversos episódios de crise. Na entrada do novo século, e depois do ataque da al-Qaeda, o planeta iniciou uma arrancada espetacular. Até 2007, o produto mundial cresceu na média de 5% ao ano,numa sequencia inédita. Excetuado um ou outro país travado por questões internas, todos cresceram acima de seus potenciais, os ricos e os emergentes. O comércio de mercadorias e serviços chegou a ter expansão anual perto de 10%, outro recorde. O sistema financeiro, acreditem, teve papel decisivo, ao captar e entregar capital abundante e barato no mundo todo.
Em 2007, por exemplo, as empresas brasileiras que fizeram emissões primárias de ações levantaram nada menos de R$ 33 bilhões, que foram direto para investimentos em açúcar e álcool, carnes, minérios, petróleo. E cerca de 80% desse dinheiro veio do exterior, trazido pelo "cassino financeiro". As empresas também levantaram R$ 55 bilhões com emissão de debêntures e notas promissórias, de novo turbinando negócios. Com isso, as companhias exportadoras ficaram prontas para atender à demanda crescente no mercado mundial, já que estavam todos ganhando dinheiro. A Rússia ficou rica com o petróleo, aumentou as compras de carne brasileira. A China acelerou, cresceu perto de 12% ao ano e precisou de mais minério de ferro e aço, que o Brasil tinha. A Argentina ganhou dinheiro exportando carne, trigo e soja e aumentou a renda com a qual comprou mais carros e eletrônicos made in Brasil. O Chile exportou cobre, vinhos e salmão e aumentou a compra de ônibus brasileiros.
Considerem a Vale. O preço das chamadas commodities metálicas simplesmente triplicou em cinco anos e a companhia respondeu à altura com o aumento da produção brasileira, primeiramente, e depois com aquisições no exterior. Operações, aliás, financeiras pelos bancos de investimento - isso mesmo, aqueles que viram a quebrar.
Para falara a verdade, o Brasil pegou a onda já no final da festa. Por isso, cresceu menos. Na média, de 2003 a 07, os emergentes cresceram 7,5% ao ano. O Brasil, 4,5%. O país se atrasou nas grande reformas macroeconômicas, aquelas que derrubaram a inflação, colocaram as contas públicas sob controle, privatizaram (e prepararam companhias como a Vale) e abriram o comércio externo. Ainda assim, as exportações brasileiras triplicaram, sobraram dólares no país, que o Banco Central comprou e fez as reservas que nos permitem passar pela crise sem quebrar.
Claro, portanto, que foi uma combinação de virtudes internas - a conquista da estabilidade macroeconômicas - e o extraordinário momento da globalização. O refluxo é agora. Com a crise internacional, sumiram as emissões de ações e de outros títulos. O Capital tornou-se escasso e mais caro, especialmente para os grandes negócios. No mercado imobiliário, empresas abriram capital, receberam dinheiro novo, compraram terrenos e, agora, como financiar compradores? Assim como cresceu e empregou para exportar, a Vale agora encolhe e demite, pois os fregueses lá fora estão sem dinheiro e sem crédito. O preço do cobre desabou, o Chile perde renda, vai importar menos.
Essa é a parte ruim da história.
Tem uma boa. Nas crises internacionais anteriores, o Brasil quebrava pelo lado externo. Ou seja, ficava sem os dólares necessários para pagar seus compromissos. No primeiro trimestre de 2002, por exemplo, a dívida externa líquida do país era de US$ 167 bilhões. O dólar disparou e a dívida, medida em reais, dobrou, o Brasil ficou insolvente, foi ao FMI. Hoje, o país como um todo é credor em dólares. E o governo, em especial, é supercredor. Tem uma dívida externa em torno dos US$ 90 bilhões e reservas superiores a US$ 200 bilhões. Quando o dólar valoriza, o governo ganha dinheiro, reduz a dívida.
Em vez de passar o pires no FMI, faz um acordo de troca de moedas com o Fed, o banco central dos EUA. É o prêmio por 14 anos de uma política econômica consistente, aplicada com rigor desde 1993. Sofre com a crise, mas não quebra e está preparado para sair dela mais depressa e melhor.
REFLITA...
2 de mai. de 2009
BRANDZ TOP 100
O ranking internacional da BRANDZ TOP 100 (clique aqui) definiu as marcas atualmente mais valiosas do mundo.
25 de fev. de 2009
DIÁRIO OFICIAL – Teresópolis ainda não conhece internet.
Para uma boa administração é necessário saber investir e gastar corretamente o dinheiro. Em tempos de crise em que o mundo inteiro corta custos, minimiza gastos e procura novas oportunidades de investimento que possam ser rentáveis se faz mais que necessário saber navegar em águas turbulentas.
A prefeitura de Teresópolis e muitas e muitas outras fazem o contrário, em especial no que tange o Diário Oficial.
Com o advento da internet e o seu crescimento no Brasil, algumas prefeituras já disponibilizam o seu D.O. on-line. Você faz a consulta gratuita, não paga por um jornal e o governo não tem gasto para publicar. Fantástico. Mas para alguns de nossos governantes isso é complexo demais, ou melhor, as relações do poder com a iniciativa privada não podem ser rompidas assim, ainda mais com um veículo de comunicação, forte aliado de qualquer mandatário.
Porém, o argumento desses que não procuram e não querem inovar - se é que é uma inovação - é sempre a mesma: “A população não tem acesso ao computador e a internet.” Mentira. O Brasil teve um salto enorme, vide Teresópolis quantas Lan Houses, quantas operadoras de internet banda larga, sem falar nas lojas de informática e no SESC o uso da internet é gratuito e quem não sabe operar um computador e acessar a internet pode aprender com os Web Animadores lá presentes. Então é balela dizer que não dá para implementar um sistema de consulta on-line do Diário Oficial. É simples, barato e viável.
16 de jan. de 2009
Playoffs - Mata-mata
Enfim, não quero centrar a discussão neste assunto, pois já é algo ultrapassado. Quero chamar a atenção para a posição da Rede Globo em relação aos pontos corridos. Pela emissora, o campeonato já tinha deixado formato que hoje vigora para retroceder. Mas qual é o motivo?
A explicação pode estar lá nos EUA. Tanto a NFL, como o Basquete e Basebol os três maiores esportes americanos são disputados no formato “playoff” o que é algo super rentável para as empresas que transmitem. No caso do SuperBow (final do futebol americano) o anúncio é cobrado por segundo, e é o segundo mais caro do mundo.
Por isso o interesse que a Globo tem em que o campeonato seja mata-mata, rende muito mais para a emissora. Todos param para assistir a grande final, o ibope vai lá em cima, em 2008 a porcentagem de televisores ligados na final da Libertadores no Grande Rio chegou a quase 70%.
Em fim, no Brasil os pontos corridos interessam aos clubes, o mata-mata a emissora que transmite.









