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Imagens retiradas do blog.
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Esse é o técnico Dunga comemorando um dos gol do Brasil na vitória sobre o Chile na Bahia.
O trabalho que o técnico da seleção brasileira vem desenvolvendo chega perto do inquestionável. Campeão dos torneios que disputou e agora classifica o Brasil com rodadas de antecedência, incrível para alguém que nunca foi treinador de nada.
Todavia, o que chama a atenção é o descontrole e a falta de educação. Na Copa de 94 ele já havia xingado boa parte dos jornalistas que estavam na sua frente, ao levantar a taça, devido as duras críticas da imprensa pelo fracasso de 1990.
Nas atuais entrevistas suas respostas são sempre carregadas de ironia, sarcasmo e raiva para com os jornalistas. Agora descarrega sua tenção na própria torcida brasileira, com novos xingamentos e um sinal um tanto "feio".
Dunga você é mais que um técnico, é um formador de opinião e comportamento. Um personagem midiático.
Tal comportamento não deve ser replicado de forma alguma e é digno de repudia pela sociedade.


http://www.notransito.com/
O GLOBO
Quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
por CARLOS ALBERTO SARDENBERG
A crise está chegando aqui pelos mesmos caminhos que haviam trazido a forte expansão dos últimos anos, os caminhos da globalização. O mundo cresceu, o Brasil pegou a onda. Agora, o mundo está ou em recessão (os ricos) ou em desaceleração (os emergentes) É o refluxo, que puxa todos para águas perigosas.
A economia mundial já estava em crescimento nos anos 90, mas com diversos episódios de crise. Na entrada do novo século, e depois do ataque da al-Qaeda, o planeta iniciou uma arrancada espetacular. Até 2007, o produto mundial cresceu na média de 5% ao ano,numa sequencia inédita. Excetuado um ou outro país travado por questões internas, todos cresceram acima de seus potenciais, os ricos e os emergentes. O comércio de mercadorias e serviços chegou a ter expansão anual perto de 10%, outro recorde. O sistema financeiro, acreditem, teve papel decisivo, ao captar e entregar capital abundante e barato no mundo todo.
Em 2007, por exemplo, as empresas brasileiras que fizeram emissões primárias de ações levantaram nada menos de R$ 33 bilhões, que foram direto para investimentos em açúcar e álcool, carnes, minérios, petróleo. E cerca de 80% desse dinheiro veio do exterior, trazido pelo "cassino financeiro". As empresas também levantaram R$ 55 bilhões com emissão de debêntures e notas promissórias, de novo turbinando negócios. Com isso, as companhias exportadoras ficaram prontas para atender à demanda crescente no mercado mundial, já que estavam todos ganhando dinheiro. A Rússia ficou rica com o petróleo, aumentou as compras de carne brasileira. A China acelerou, cresceu perto de 12% ao ano e precisou de mais minério de ferro e aço, que o Brasil tinha. A Argentina ganhou dinheiro exportando carne, trigo e soja e aumentou a renda com a qual comprou mais carros e eletrônicos made in Brasil. O Chile exportou cobre, vinhos e salmão e aumentou a compra de ônibus brasileiros.
Considerem a Vale. O preço das chamadas commodities metálicas simplesmente triplicou em cinco anos e a companhia respondeu à altura com o aumento da produção brasileira, primeiramente, e depois com aquisições no exterior. Operações, aliás, financeiras pelos bancos de investimento - isso mesmo, aqueles que viram a quebrar.
Para falara a verdade, o Brasil pegou a onda já no final da festa. Por isso, cresceu menos. Na média, de 2003 a 07, os emergentes cresceram 7,5% ao ano. O Brasil, 4,5%. O país se atrasou nas grande reformas macroeconômicas, aquelas que derrubaram a inflação, colocaram as contas públicas sob controle, privatizaram (e prepararam companhias como a Vale) e abriram o comércio externo. Ainda assim, as exportações brasileiras triplicaram, sobraram dólares no país, que o Banco Central comprou e fez as reservas que nos permitem passar pela crise sem quebrar.
Claro, portanto, que foi uma combinação de virtudes internas - a conquista da estabilidade macroeconômicas - e o extraordinário momento da globalização. O refluxo é agora. Com a crise internacional, sumiram as emissões de ações e de outros títulos. O Capital tornou-se escasso e mais caro, especialmente para os grandes negócios. No mercado imobiliário, empresas abriram capital, receberam dinheiro novo, compraram terrenos e, agora, como financiar compradores? Assim como cresceu e empregou para exportar, a Vale agora encolhe e demite, pois os fregueses lá fora estão sem dinheiro e sem crédito. O preço do cobre desabou, o Chile perde renda, vai importar menos.
Essa é a parte ruim da história.
Tem uma boa. Nas crises internacionais anteriores, o Brasil quebrava pelo lado externo. Ou seja, ficava sem os dólares necessários para pagar seus compromissos. No primeiro trimestre de 2002, por exemplo, a dívida externa líquida do país era de US$ 167 bilhões. O dólar disparou e a dívida, medida em reais, dobrou, o Brasil ficou insolvente, foi ao FMI. Hoje, o país como um todo é credor em dólares. E o governo, em especial, é supercredor. Tem uma dívida externa em torno dos US$ 90 bilhões e reservas superiores a US$ 200 bilhões. Quando o dólar valoriza, o governo ganha dinheiro, reduz a dívida.
Em vez de passar o pires no FMI, faz um acordo de troca de moedas com o Fed, o banco central dos EUA. É o prêmio por 14 anos de uma política econômica consistente, aplicada com rigor desde 1993. Sofre com a crise, mas não quebra e está preparado para sair dela mais depressa e melhor.
REFLITA...
Para uma boa administração é necessário saber investir e gastar corretamente o dinheiro. Em tempos de crise em que o mundo inteiro corta custos, minimiza gastos e procura novas oportunidades de investimento que possam ser rentáveis se faz mais que necessário saber navegar em águas turbulentas.
A prefeitura de Teresópolis e muitas e muitas outras fazem o contrário, em especial no que tange o Diário Oficial.
Com o advento da internet e o seu crescimento no Brasil, algumas prefeituras já disponibilizam o seu D.O. on-line. Você faz a consulta gratuita, não paga por um jornal e o governo não tem gasto para publicar. Fantástico. Mas para alguns de nossos governantes isso é complexo demais, ou melhor, as relações do poder com a iniciativa privada não podem ser rompidas assim, ainda mais com um veículo de comunicação, forte aliado de qualquer mandatário.
Porém, o argumento desses que não procuram e não querem inovar - se é que é uma inovação - é sempre a mesma: “A população não tem acesso ao computador e a internet.” Mentira. O Brasil teve um salto enorme, vide Teresópolis quantas Lan Houses, quantas operadoras de internet banda larga, sem falar nas lojas de informática e no SESC o uso da internet é gratuito e quem não sabe operar um computador e acessar a internet pode aprender com os Web Animadores lá presentes. Então é balela dizer que não dá para implementar um sistema de consulta on-line do Diário Oficial. É simples, barato e viável.
por Nilson Motta
Não sei se estava com chulé ou não, mas o presidente americano deve saber, pois passou bem perto.
O arremesso a curta distância de sapato, nova modalidade inventada pelo jornalista iraquiano tem por objetivo acertar o alvo, ou seja, a cara do senhor Bush. De fato merece ser aperfeiçoada. A preocupação dos iraquianos agora deve ser no fornecimento de seus calçados, pode ser que o exército americano bombardeie alguma fábrica que produza sapatos, alegando armas de destruição em massa.
Não é só o jornalista iraquiano que odeia o Bush. Não mesmo! O presidente dos EUA figura como o sujeito mais repugnante e detestável do mundo. Quem não gostaria de ver o número do calçado estampado na testa do George W? Afinal ele já marcou e continua marcando toda humanidade com a sua política terrorista e anti-ambiental, as seqüelas que ele deixará antes de sair do posto de comandante da maior potência mundial será significativo.
Uma pessoa que se orgulha de ter o país como maior poluidor do mundo, é responsável pelos desastres naturais no mundo todo, decorrentes das alterações climáticas. Sua cassa ao terrorismo só vítima inocentes e sua prepotência e orgulho típico do cowboy texano não permite o diálogo, somente sua imposição.
Os únicos a ficarem tristes com sua saída da casa branca e felizes por ele não ter levado a bendita sapatada são os imperadores da indústria bélica e os donos das companhias que poluem rios, oceanos, os mares... Para esses... SAPATADA também!
por Nilson Motta
por Nilson Mottapor Nilson Motta
A peça está em cartaz no SESC Ginástica, no centro do Rio de Janeiro. Esther Góes interpreta Helene Weigel, mulher do dramaturgo/diretor Bertolt Brecht. Assisti recentemente e recomendo que para todos aqueles que gostam de um bom teatro. Sobretudo porque Weigel e Brecht impregnam a história do teatro no século XX.
O Diretor de Determinadas Pessoas, Ariel Borghi, transmite muito bem, através dos elementos e dos signos presentes nas cenas o sentimento e todo o contexto social e histórico ao qual estavam envolvidos os personagens.
Do teatro para a classe operária, a residência em Svendborg (Dinamarca), a grande amizade com Walter Benjamin, o Nazismo na Alemanha, o tempo que passaram nos EUA e a queda do muro de Berlim, tudo é muito bem talhado e cirurgicamente bem escrito e apresentado para os espectadores.
"A criatividade é uma flor delicada, que tende a desabrochar com elogios e a murchar com desestímulos, quando ainda é botão." Alex Osborn
O BAMBU CHINÊS
Depois de plantada a semente deste incrível arbusto, não se vê nada por aproximadamente 5 anos, exceto um lento desabrochar de um diminuto broto a partir do bulbo.
Durante 5 anos, todo o crescimento é subterrâneo, invisível a olho nu, mas uma maciça e fibrosa estrutura de raiz que se estende vertical e horizontalmente pela terra está sendo construída. Então, no final do 5º ano, o bambu chinês cresce até atingir a altura de 25 metros.
Um escritor de nome Covey escreveu:
"Muitas coisas na vida pessoal e profissional são iguais ao bambu chinês. Você trabalha, investe tempo, esforço, faz tudo o que pode para nutrir seu crescimento, e às vezes não vê nada por semanas, meses ou anos. Mas se tiver paciência para continuar trabalhando, persistindo e nutrindo, o seu 5º ano chegará, e com ele virão um crescimento e mudanças que você jamais esperava."
O bambu chinês nos ensina que não devemos facilmente desistir de nossos projetos e de nossos sonhos. Em nosso trabalho especialmente, que é um projeto fabuloso que envolve mudanças de comportamento,de pensamento, de cultura e de sensibilização, devemos sempre lembrar do bambu chinês para não desistirmos facilmente diante das dificuldades que surgirão.