18 de set. de 2009

Jazz

Essa foi uma grata surpresa pra mim. Notícias, rádio, novidades e possibilidades de download dos mais consagrados CDs de Jazz e Blues, no blog do Farofa Moderna (click e confira).


Imagens retiradas do blog.

Dunga, o zangado

por Nilson Motta

Esse é o técnico Dunga comemorando um dos gol do Brasil na vitória sobre o Chile na Bahia.

O trabalho que o técnico da seleção brasileira vem desenvolvendo chega perto do inquestionável. Campeão dos torneios que disputou e agora classifica o Brasil com rodadas de antecedência, incrível para alguém que nunca foi treinador de nada.

Todavia, o que chama a atenção é o descontrole e a falta de educação. Na Copa de 94 ele já havia xingado boa parte dos jornalistas que estavam na sua frente, ao levantar a taça, devido as duras críticas da imprensa pelo fracasso de 1990.

Nas atuais entrevistas suas respostas são sempre carregadas de ironia, sarcasmo e raiva para com os jornalistas. Agora descarrega sua tenção na própria torcida brasileira, com novos xingamentos e um sinal um tanto "feio".

Dunga você é mais que um técnico, é um formador de opinião e comportamento. Um personagem midiático.

Tal comportamento não deve ser replicado de forma alguma e é digno de repudia pela sociedade.

8 de set. de 2009

RIO TIETE

O homem provoca sua própria extinção.



2 de set. de 2009

No Trânsito

O MELHOR DA FOTOGRAFIA AUTOMOTIVA
Acesse: www.notransito.com

Confira algumas fotos do site.

http://www.notransito.com/
O MELHOR DA FOTOGRAFIA AUTOMOTIVA

1 de set. de 2009

A boa onda e o refluxo


O GLOBO

Quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

por CARLOS ALBERTO SARDENBERG

A crise está chegando aqui pelos mesmos caminhos que haviam trazido a forte expansão dos últimos anos, os caminhos da globalização. O mundo cresceu, o Brasil pegou a onda. Agora, o mundo está ou em recessão (os ricos) ou em desaceleração (os emergentes) É o refluxo, que puxa todos para águas perigosas.

A economia mundial já estava em crescimento nos anos 90, mas com diversos episódios de crise. Na entrada do novo século, e depois do ataque da al-Qaeda, o planeta iniciou uma arrancada espetacular. Até 2007, o produto mundial cresceu na média de 5% ao ano,numa sequencia inédita. Excetuado um ou outro país travado por questões internas, todos cresceram acima de seus potenciais, os ricos e os emergentes. O comércio de mercadorias e serviços chegou a ter expansão anual perto de 10%, outro recorde. O sistema financeiro, acreditem, teve papel decisivo, ao captar e entregar capital abundante e barato no mundo todo.

Em 2007, por exemplo, as empresas brasileiras que fizeram emissões primárias de ações levantaram nada menos de R$ 33 bilhões, que foram direto para investimentos em açúcar e álcool, carnes, minérios, petróleo. E cerca de 80% desse dinheiro veio do exterior, trazido pelo "cassino financeiro". As empresas também levantaram R$ 55 bilhões com emissão de debêntures e notas promissórias, de novo turbinando negócios. Com isso, as companhias exportadoras ficaram prontas para atender à demanda crescente no mercado mundial, já que estavam todos ganhando dinheiro. A Rússia ficou rica com o petróleo, aumentou as compras de carne brasileira. A China acelerou, cresceu perto de 12% ao ano e precisou de mais minério de ferro e aço, que o Brasil tinha. A Argentina ganhou dinheiro exportando carne, trigo e soja e aumentou a renda com a qual comprou mais carros e eletrônicos made in Brasil. O Chile exportou cobre, vinhos e salmão e aumentou a compra de ônibus brasileiros.

Considerem a Vale. O preço das chamadas commodities metálicas simplesmente triplicou em cinco anos e a companhia respondeu à altura com o aumento da produção brasileira, primeiramente, e depois com aquisições no exterior. Operações, aliás, financeiras pelos bancos de investimento - isso mesmo, aqueles que viram a quebrar.

Para falara a verdade, o Brasil pegou a onda já no final da festa. Por isso, cresceu menos. Na média, de 2003 a 07, os emergentes cresceram 7,5% ao ano. O Brasil, 4,5%. O país se atrasou nas grande reformas macroeconômicas, aquelas que derrubaram a inflação, colocaram as contas públicas sob controle, privatizaram (e prepararam companhias como a Vale) e abriram o comércio externo. Ainda assim, as exportações brasileiras triplicaram, sobraram dólares no país, que o Banco Central comprou e fez as reservas que nos permitem passar pela crise sem quebrar.

Claro, portanto, que foi uma combinação de virtudes internas - a conquista da estabilidade macroeconômicas - e o extraordinário momento da globalização. O refluxo é agora. Com a crise internacional, sumiram as emissões de ações e de outros títulos. O Capital tornou-se escasso e mais caro, especialmente para os grandes negócios. No mercado imobiliário, empresas abriram capital, receberam dinheiro novo, compraram terrenos e, agora, como financiar compradores? Assim como cresceu e empregou para exportar, a Vale agora encolhe e demite, pois os fregueses lá fora estão sem dinheiro e sem crédito. O preço do cobre desabou, o Chile perde renda, vai importar menos.

Essa é a parte ruim da história.

Tem uma boa. Nas crises internacionais anteriores, o Brasil quebrava pelo lado externo. Ou seja, ficava sem os dólares necessários para pagar seus compromissos. No primeiro trimestre de 2002, por exemplo, a dívida externa líquida do país era de US$ 167 bilhões. O dólar disparou e a dívida, medida em reais, dobrou, o Brasil ficou insolvente, foi ao FMI. Hoje, o país como um todo é credor em dólares. E o governo, em especial, é supercredor. Tem uma dívida externa em torno dos US$ 90 bilhões e reservas superiores a US$ 200 bilhões. Quando o dólar valoriza, o governo ganha dinheiro, reduz a dívida.

Em vez de passar o pires no FMI, faz um acordo de troca de moedas com o Fed, o banco central dos EUA. É o prêmio por 14 anos de uma política econômica consistente, aplicada com rigor desde 1993. Sofre com a crise, mas não quebra e está preparado para sair dela mais depressa e melhor.


REFLITA...


2 de mai. de 2009

BRANDZ TOP 100

por Nilson Motta

O ranking internacional da BRANDZ TOP 100 (clique aqui) definiu as marcas atualmente mais valiosas do mundo.

Fato a ser destacado é o Bradesco ocupar a 98º posição da lista, feito inédito para as empresas brasileiras, a BRANDZ TOP atribui esse ascensão ao fato do crescimento do mercado na America Latina.
Já que estamos falando em banco, merece ser observado a força dos homens de olhos puxados, o ICBC, China Construction Bank e o Bank of China estão no topo da lista das Instituições Financeiras... agora mais do que nunca "é negócio da china".
Pela terceira vez consecutiva a Google segue na liderança, seu valor estimado da marca está em US$ 100 bilhões, logo atrás está a Microsoft e a Coca-Cola.

25 de fev. de 2009

DIÁRIO OFICIAL – Teresópolis ainda não conhece internet.

por Nilson Motta

Para uma boa administração é necessário saber investir e gastar corretamente o dinheiro. Em tempos de crise em que o mundo inteiro corta custos, minimiza gastos e procura novas oportunidades de investimento que possam ser rentáveis se faz mais que necessário saber navegar em águas turbulentas.


A prefeitura de Teresópolis e muitas e muitas outras fazem o contrário, em especial no que tange o Diário Oficial.


Com o advento da internet e o seu crescimento no Brasil, algumas prefeituras já disponibilizam o seu D.O. on-line. Você faz a consulta gratuita, não paga por um jornal e o governo não tem gasto para publicar. Fantástico. Mas para alguns de nossos governantes isso é complexo demais, ou melhor, as relações do poder com a iniciativa privada não podem ser rompidas assim, ainda mais com um veículo de comunicação, forte aliado de qualquer mandatário.


Porém, o argumento desses que não procuram e não querem inovar - se é que é uma inovação - é sempre a mesma: “A população não tem acesso ao computador e a internet.” Mentira. O Brasil teve um salto enorme, vide Teresópolis quantas Lan Houses, quantas operadoras de internet banda larga, sem falar nas lojas de informática e no SESC o uso da internet é gratuito e quem não sabe operar um computador e acessar a internet pode aprender com os Web Animadores lá presentes. Então é balela dizer que não dá para implementar um sistema de consulta on-line do Diário Oficial. É simples, barato e viável.

16 de jan. de 2009

Playoffs - Mata-mata

Formula rentável para as emissoras

por Nilson Motta

Sem dúvida o Campeonato Brasileiro de pontos corridos é a melhor solução, pois permite um planejamento prévio das equipes, datas corretas de início e fim da competição para todos os clubes, receita garantida o ano inteiro não dependendo de classificação para o mata-mata, ou seja, o ano não termina cedo para a maioria os clubes, como ocorria antigamente quando o clube não se classificava para a fase do chamado mata-mata.


Enfim, não quero centrar a discussão neste assunto, pois já é algo ultrapassado. Quero chamar a atenção para a posição da Rede Globo em relação aos pontos corridos. Pela emissora, o campeonato já tinha deixado formato que hoje vigora para retroceder. Mas qual é o motivo?


A explicação pode estar lá nos EUA. Tanto a NFL, como o Basquete e Basebol os três maiores esportes americanos são disputados no formato “playoff” o que é algo super rentável para as empresas que transmitem. No caso do SuperBow (final do futebol americano) o anúncio é cobrado por segundo, e é o segundo mais caro do mundo.


Por isso o interesse que a Globo tem em que o campeonato seja mata-mata, rende muito mais para a emissora. Todos param para assistir a grande final, o ibope vai lá em cima, em 2008 a porcentagem de televisores ligados na final da Libertadores no Grande Rio chegou a quase 70%.
Em fim, no Brasil os pontos corridos interessam aos clubes, o mata-mata a emissora que transmite.

19 de dez. de 2008

IMPOSTÔMETRO

Veja o quanto se arrecada com impostos no Brasil.
acesse:
www.impostometro.com.br

15 de dez. de 2008

A sapatada que todos queriam ver.

por Nilson Motta

Não sei se estava com chulé ou não, mas o presidente americano deve saber, pois passou bem perto.


O arremesso a curta distância de sapato, nova modalidade inventada pelo jornalista iraquiano tem por objetivo acertar o alvo, ou seja, a cara do senhor Bush. De fato merece ser aperfeiçoada. A preocupação dos iraquianos agora deve ser no fornecimento de seus calçados, pode ser que o exército americano bombardeie alguma fábrica que produza sapatos, alegando armas de destruição em massa.


Não é só o jornalista iraquiano que odeia o Bush. Não mesmo! O presidente dos EUA figura como o sujeito mais repugnante e detestável do mundo. Quem não gostaria de ver o número do calçado estampado na testa do George W? Afinal ele já marcou e continua marcando toda humanidade com a sua política terrorista e anti-ambiental, as seqüelas que ele deixará antes de sair do posto de comandante da maior potência mundial será significativo.


Uma pessoa que se orgulha de ter o país como maior poluidor do mundo, é responsável pelos desastres naturais no mundo todo, decorrentes das alterações climáticas. Sua cassa ao terrorismo só vítima inocentes e sua prepotência e orgulho típico do cowboy texano não permite o diálogo, somente sua imposição.


Os únicos a ficarem tristes com sua saída da casa branca e felizes por ele não ter levado a bendita sapatada são os imperadores da indústria bélica e os donos das companhias que poluem rios, oceanos, os mares... Para esses... SAPATADA também!

26 de nov. de 2008

O Bando do Chávez


por Nilson Motta

Bem que poderia ser a Turma do Chaves, aquela série consagrada de televisão que tanto alegrava minhas tardes de infância. Mas não é! O Bando do Chaves ameaça paz. Não dá bom exemplo para as crianças. Gostam de brincar de ditador, guerrilheiro, de exército, bandido e ladrão. Assombram a tranqüila e calma da América do sul.

É notório que Bolívia, Equador e Venezuela são países extremamente pobres. Desiguais. O Brasil encontra-se em outra escala, de progresso? "PROGRESSO" Talvez não seja essa palavra, ela é complexa demais, já me dizia um grande professor. Mas diria que em desenvolvimento. Afinal, com toda essa crise mundial o Brasil bate outro record, é o maior perído com investimentos estrangeiros no país. Mas parece que tudo isso tem causado inveja aos outros países, aos nossos "hermanos" bolivianos e equatorianos.

Evo e Correa acham que são Robin Hoods modernos. Podem tirar dos ricos e dar para aos pobres, e olha que não somos nem tão ricos assim.
Aliás somos ricos? Porém é válido lembrar que esse "tirar" significa roubar. Na legislação brasileira se a "dona Maria do Barraco Velho" roubar um pão para dar para seu filho com fome, ela ficará um bom tempo na cadeia. Todavia, o que fazer com quem rouba UR$ 243 milhões da República Federativa do Brasil ou com quem toma na mão grande ou como preferem dizer "nacionalizar" uma unidade da Petrobrás.

Até parece que eles têm "costas quentes" como se afirma na gíria popular. Esse Bando do Chaves, acredita que o Sr. Hugo é quem dá proteções a eles. Para essa impunidade!

Sr. Hugo não consegue nem cuidar dos problemas que ele mesmo tem com a oposição no país, ainda quer criar mais problemas com o tio sam realizando aquelas divertidas manobras de guerra com o louco Dmitri Medvedev (Vladimir Putin). Vamos ver no que isso vai dar.

25 de nov. de 2008

CiberCultura

por Nilson Motta

http://br.youtube.com/watch?v=gmedqOnvjhk

O vídeo acima evidência a história de um rapaz de 16 que nasceu dentro desse mundo contemporâneo conectado em rede e pela tecnologia digital.

Um bom exercício é comparar a vida do Rafinha (personagem do vídeo) com a nossa. O que temos em comum e de diferenças. Pois bem, farei a minha reflexão comparativa.

Assim como Rafinha também sou fascinado pela tecnologia e pelos novos produtos e descobertas que facilitam a nossa vida. Entretanto, sou atípico em certos momentos. Apesar de conhecer e gostar não utilizo as maiorias dos recursos tecnológicos que hoje temos disponíveis.

O celular tornou-se uma necessidade para todos, até mesmo pra mim. Porém não tenho. Só farei questão de ter quando for imprescindível. Não tenho Orkut e nem MSN. Mas uso diariamente o e-mail para me comunicar. O blog para me expressar. A internet para conhecer o mundo e as redes colaborativas para partilhar conhecimento.

Ser pertencente a esse mundo digital, tecnológico ou como queiram chamar, não é o problema. O problema é ser submisso as máquinas. "Parece até o diálogo do Neo de matrix com o Conselheiro na sala das máquinas" - mas é por aí mesmo. A utilização dos meios eletrônicos deve ser responsável. Assim como o Rafinha usa. Porém são indispensáveis algumas coisas, como a leitura de uma Folha de São Paulo, O Globo, Veja entre outras circulações diárias e semanais. O censo crítico e racional deve estar alerta para não nos tornarmos pessoas fechadas no nosso mundo, que comporta somente a pessoa e o computador. A relação de co-presença deve ser exaltada e sempre valorizada.

22 de nov. de 2008

ONGs em números

por Nilson Motta

As organizações não-governamentais atuam entre o primeiro setor, o Estado, e entre o segundo setor, as empresas. Por tal motivo, são designadas também como Terceiro Setor. O crescimento dessas entidades sem fins lucrativos é evidente. O enfraquecimento do Estado e o investimento social privado é um dos motivos que potencializa esse crescimento. Veja alguns números publicados pela revista Época.

NÚMEROS BRASILEIRO

Número de ONGs no Brasil
1996 – 107,3 mil
2002 – 275,9 mil
2005 – 338,2 mil
2008 – 400,5 mil *projeção com base na taxa de crescimento
57 ONGs são criadas no país diariamente.

Investimento Privado – em R$ milhões
2001 – 478,7
2002 – 532,7
2003 – 612,3
2004 – 737,3
2005 – 1.000
2006 – 1.000
2007 – 1.150

Total de empregados assalariados
Ano Trabalhadores
1996 1.039,90
2002 1.541,30
2005 1.709,20
2008 1.877,10

22,8% Voluntários
77,2 Assalariados


NÚMEROS NO MUNDO
O Terceiro Setor no PIB dos Países
Canadá 7,3% (2000)
EUA 7,2% (2003)
Japão 5,2% (2004)
Brasil 5,0% (2002)
Bélgica 5,0% (2001)
Nova Zelândia 4,9% (2004)
Austrália 4,7% (1999)
França 4,2% (2002)
Rep. Tcheca 1,3% (2004)

R$ 35 Bilhões – é a estimativa da folha de pagamento mensal no mundo em 2008

As fundações que mais financiam ONGs – em US$ Bilhões
1º Fundação Bill e Melinda Gates/EUA – 38,7
2º Wellcome Trust/Reino Unido – 23,2
3º Howard Hughes Medical Institute/EUA – 18,6
4º Fundação Ford/EUA – 13,7
5º The Church Commissioners/Reino Unido – 10,5
6º J. Paul Getty Trust/EUA – 10,1
7º Fundação Li Ka Shing/Hong Kong – 10,0
8º Fundação Robert Wood Johnson/EUA – 10,0
9º Fundação William and Flora Hewlett/EUA – 8,5
10º Fundação W.K. Kellogg/EUA – 8,4

Porém tudo isso foi antes da crise financeira mundial. Você acredita que todo esse dinheiro continuará sendo investido? Em diversos países já tem acontecido demissões em massa e empresa falindo. Um dos países mais afetados com esse abalo no sistema financeiro é os Estados Unidos, das 10 fundações que mais financiam o Terceiro Setor, que mais tem volume de dinheiro, 7 são americanas.

19 de nov. de 2008

Oportunidades para Comunicação Social

por Nilson Motta

DATAPREV
Estã abertas inscrições para o concurso da DataPrev, são 147 vagas para o Rio de Janeiro, com salários até R$ 4.407, fora benefícios.
Na área de comunicação são três vagas:

Comunicação I - Jornalismo
Requisitos: Graduação em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo e registro no conselho de classe.

Comunicação II - Designer Gráfico
Requisitos: Graduação em Desenho Industrial ou Comunicação Social

Comunicação III - Designer Institucional
Requisitos: Graduação em Comunicação, Letras ou Pedagogia


inscrições: www.concursos.uff.br

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SERPRO
Para aqueles que vão participar da prova da Serpro fique atento. Será divulgado os locais das provas no proximo dia 27. O que já está confirmado é a data de realização das provas objetivas, 7 de dezembro (domingo).

http://www.cesp.unb.br/

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PROVA DO SENADO FEDERAL PODE SER ANULADA
As provas para analista de produção executiva da área de Comunicação Social tendem a ser anuladas. Isso devido ao alto indíce de questões repitidas nas provas. 10 das 30 questões da prova específica já havia sido utilizada no concurso da Assembléia Legislativa de Tocantis, de 2005. O que é claro benefícia algumas pessoas que tiveram contato com essa prova.

Esse cargo oferece apenas 1 vaga, com remuneração inicial de R$ 12.264,48. São 65 candidatos concorrendo. Entretanto todo o caso ainda será analisado.

18 de nov. de 2008

DETERMINADAS PESSOAS – WEIGEL

por Nilson Motta

A peça está em cartaz no SESC Ginástica, no centro do Rio de Janeiro. Esther Góes interpreta Helene Weigel, mulher do dramaturgo/diretor Bertolt Brecht. Assisti recentemente e recomendo que para todos aqueles que gostam de um bom teatro. Sobretudo porque Weigel e Brecht impregnam a história do teatro no século XX.

O Diretor de Determinadas Pessoas, Ariel Borghi, transmite muito bem, através dos elementos e dos signos presentes nas cenas o sentimento e todo o contexto social e histórico ao qual estavam envolvidos os personagens.

Do teatro para a classe operária, a residência em Svendborg (Dinamarca), a grande amizade com Walter Benjamin, o Nazismo na Alemanha, o tempo que passaram nos EUA e a queda do muro de Berlim, tudo é muito bem talhado e cirurgicamente bem escrito e apresentado para os espectadores.